segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Poesiando #3

.desencontro.
.quando você me ver, provavelmente irá me julgar pelo novo corte de cabelo, ou até mesmo pelos quilos que ganhei. Mas tudo que você vê por fora, não chega aos pés da paz que eu sinto por dentro.

Poesiando #2

       Tem dias que o meu amor é normal, sei que a pessoa amada está ali e que ela me ama também, isso basta.
       Tem dias que o meu amor é possessivo, me sinto a dona da pessoa amada, com todo o ciúme do mundo.
       Tem dias que o meu amor é singelo, demonstro nos pequenos gestos e a pessoa amada compreende a mensagem: "olha, tô dizendo que te amo."
      E tem dias que o meu amor é paixão, daquela que a gente sentiu lá no inicio, há anos atrás, intensa que só ela, regada da vontade de gritar ao mundo, com direito até um apertinho no peito.

Hoje eu estou te amando apaixonadamente. Amanhã já é outro amor...

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Poesiando #1

"Saudade de algo que eu não sei.
Saudade de alguém que nunca amei.
Saudade do cheiro que senti uma vez.
Saudade do corpo que eu sempre sonhei."

K. Brandão

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Estamos de volta a 1964

                  
Foto: Drago para o site http://selvasp.com/

                  Metrô lotado, todas as escadas rolantes desligadas para dificultar o "trânsito" de pessoas, as saídas foram reduzidas para controlar o fluxo de pessoas, e logo que você sai do metrô República, animais com sangue nos olhos vestem uma farda cinza, te olham como bicho deixando a impressão de que deixaram de ser pessoas a muito tempo. 
                 Helicópteros, trânsito, calçadas lotadas, tudo uma bagunça. A cidade está em guerra! E eu, apenas querendo ir para casa.
                 Mas em meio disso, há um homem tocando flauta e no momento que eu passo por ele , ele toca Pra não dizer que não falei das Flores e me dá uma imensa vontade de chorar, pois me dou conta que regressei há 50 anos atrás. 
                   Voltei em um tempo que eu não vivi, na verdade só ouvi falar na escola. Voltei ha um tempo cruel, onde muitos lutam pelo direito de todos, onde as pessoas querem falar e o governo quer reprimir, e ironicamente chamando-os de baderneiros.
                    Enquanto escrevo aqui, ouço barulhos de sirenes e helicópteros a todo momento, e me sinto refém dentro da minha própria casa.

           E tudo pra mim fica tão claro, que o maior inimigo do governo e dos políticos é o povo!

Força aos meus amigos que estão na luta! Ninguém pode nos calar!





sexta-feira, 3 de maio de 2013

Mulher rã, barriga negativa e você!

               Essa semana eu comprei a revista TPM e lá constava uma matéria a respeito do estereótipo do momento, a mulher rã. Sim, mulheres comparadas a esse anfíbio feio e gosmento. Para ser uma mulher rã você precisa: ter coxas musculosas e cintura fina.
               Hoje, o YouPIX fez uma matéria levantando uma nova critica, a respeito da barriga negativa, termo utilizado para aquelas barrigas sequinhas e musculosas, mas o que é mais esdruxulo é a forma como as pessoas estão adotando isso pra vida.
            Acho que se a pessoa tem realmente o foco de ficar sarada e gostosa ela tá de parabéns, eu tento a minha vida inteira e morro de preguiça na segunda semana, EU INVEJO VOCÊS!
             Mas, eu DESISTI de me privar das coisas que eu gosto. Demorei pra aprender isso, mas até a minha mãe que é nutricionista entendeu. Eu vou comer chocolate, eu vou comer açúcar e eu vou comer bacon! Tudo de forma moderada, pra não chutar o balde. 

            Acho que o que atrapalha não é a dedicação mas, será que você precisa realmente criar um post assim pra te estimular?

"Vou chorar, desculpe mas eu vou chorar, se essa barriga não secar, eu fico nessa depressão."



Mulher Rã:

Barriga Negativa:

terça-feira, 30 de abril de 2013

Salão de todas as belezas

           Hoje me aventurei em um salão de beleza bem interessante.
       Cheio de clientes e funcionárias bronzeadas, com a marquinha do biquíni aparecendo, unhas postiças, apliques no cabelo e todas com roupas super justas que valorizava bem seus atributos; mas entre essas mulheres percebi que boa parte delas não era mulheres e sim transexuais. 
       A principio foi um choque, me senti meio deslocada, não por elas serem transexuais ou até mesmo garotas de programa (segundo algumas conversas), mas por estar com muita roupa e pouca pele, zero maquiagem e muita cara pálida.
     Era um lugar divertido, tirando a primeira impressão... Eis que surge uma cliente dizendo que foi roubada dentro do minusculo salão da Rua Augusta, onde fazia sua sessão de bronzeamento artificial. Ai criou-se o alvoroço! 
        E eu só observando, aguardando a minha vez.
       Procura daqui, mexe acolá e nada de achar o bendito celular. Passado alguns minutos, a cliente chama a policia. Daí entra um homem branco, dos olhos azuis, forte que nem um Gogo Boy só que com a farda e o boné da PM. O salão parou!

        Insinuaram até que queriam serem presas, foi uma comédia só e por fim já estava me sentindo em casa em meio a tantas palhaçadas.

        Depois de tantas risadas, chegou a hora do meu corte que, a principio era inspirado nessa foto da Nanda Costa mas que no final virou um chanel de bico desfiado, ou seja nada a ver, mas no fim valeu a pena.